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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Padres como pioneiros da Ciência

Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro "Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental".

Episódio 3
"Padres como pioneiros da ciência: Os principais pioneiros da
astronomia, geologia e sismologia foram padres católicos." 


1ª Parte

domingo, 14 de dezembro de 2014

Igreja e Ciência

Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro "Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental".

Episódio 2
"A Ciência deve muitas de suas descobertas
a sábios monges e padres católicos."

1ª Parte
 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Como o catolicismo de Tolkien influenciou sua obra?

Tolkien – um homem de piedosa e forte fé e educação católica – impregnou sua obra literária com a transcendência de sua fé cristã. Desconhecendo os mecanismos alegóricos (ainda que alguns especialistas em seu trabalho declarem o contrário), representou as verdades eternas que sustentam uma boa compreensão do catolicismo (beleza, virtudes, ordem moral, a eterna batalha entre o bem e o mal) em sua obra, de forma que a universalidade destas verdades é mais do que evidente. No caso de “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”, mundos fantásticos e criaturas proporcionam um contexto no qual os elementos da ontologia cristã podem ser desenvolvidos fora do marco usual, o que reflete sua transcendência, bem como chegar a um público que de outra maneira não encontraria tais verdades.


O romance “O Hobbit” – e sua continuação “O Senhor dos Anéis” – são obras que já passaram para a história da literatura fantástica com nome próprio. Mas poucos dos seus fanáticos leitores sabem que o autor, John Ronald Reuel Tolkien, era um católico convicto.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O Catolicismo na vida e obra de J.R.R.Tolkien

Muitos criticam a atitude da Igreja e dos cristãos em geral de tentar ‘cristianizar’ as obras de Tolkien, pois tentam mostrar o quanto o professor aplicou preceitos do criatianismo em sua obra. Ao contrário do pensamento do professor sobre o uso de alegorias com a sua obra.

Discussões a parte, é evidenciado em vários momentos da vida do professor a sua forte relação com a fé cristã.


J.R.R.Tolkien foi realmente um católico praticante. Sua mãe se converteu ao catoliscismo, ainda quando o professor era criança. Após a morte repentina de sua mãe Tolkien foi criado pelo Padre Francis Morgan (1857-1934), do Oratório de Birmingham.

Há várias cartas do professor Tolkien que mostram o quanto ele estudava o latim e as escrituras, chegando até a traduzir o livro de jonas (do original) para a versão em Inglês da Bíblia de Jerusalém em 1966.

Além disso o filho mais velho de Tolkien, John Tolkien, se tornou padre da Igreja Católica na Inglaterra.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A Igreja Católica não mudou sua postura a respeito do “matrimônio” gay

Ontem e hoje os meios de comunicação seculares inundaram a imprensa com titulares falando de um documento do Sínodo sobre a Família, contendo o apoio dos bispos e do Papa às uniões de pessoas do mesmo sexo, algo que hoje [14/10/2014] foi desmentido pelo Vaticano.


As notas dos meios se referiam a um documento chamado “Relatio post disceptationem” (Relação após discussão) que foi apresentada na segunda-feira pelo Relator Geral do Sínodo da Família, Cardeal Peter Erdo. Este texto simplesmente recolhe os temas e comentários que realizados na semana passada durante os diálogos no Sínodo que se realiza até 19 de outubro no Vaticano.

O documento oficial do Sínodo não será publicado até depois do Sínodo de 2015. Habitualmente e logo depois de um evento como este, o Santo Padre escreve uma exortação apostólica pós-sinodal com suas conclusões a partir das reflexões dos bispos.

Vaticano desmente a mídia: Nem o Sínodo nem o Papa Francisco tomaram decisões doutrinais


Após uma série de notícias difundidas ontem sobre uma suposta mudança doutrinal da Igreja a respeito dos casais homossexuais, o site oficial de notícias da Santa Sé, News.va, assinalou nesta terça-feira que as discussões que têm lugar no Sínodo da Família não são “doutrina nem normas definitivas”, e sim propostas para um documento de trabalho que será enviado às dioceses para preparar o Sínodo de 2015.

“Em resposta às reacções e discussões que se seguiram à publicação da Relatio post disceptationem, e ao facto de que, muitas vezes, lhe tem sido atribuído um valor que não corresponde à sua natureza, a Secretaria Geral do Sínodo reitera que este texto é um documento de trabalho, que resume as intervenções e o debate da primeira semana e, agora, é proposto à discussão dos membros do Sínodo reunidos nos Círculos menores, como previsto pelo Regulamento do mesmo Sínodo”, esclareceu o News.va.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

As escolas católicas e a perenização das lendas negras antieclesiais

Na semana passada, meu filho adolescente me abordou com o texto de sua prova simulada nas mãos. Ele estuda numa escola católica, ressalte-se, o que não necessariamente torna mais fácil a luta para que ele não perca a fé diante da forma com que as disciplinas de história, literatura e ciências são muitas vezes apresentadas pelos professores. Mas as questões que narro a seguir teriam o mesmo viés, ainda que a escola não fosse católica.

No caso concreto, ele me interpelava com uma questão de história, que tinha exatamente o seguinte conteúdo:

“Enquanto as civilizações sarracena e bizantina desenvolveram amplos estudos de física, matemática, astronomia e medicina, as ciências, na sociedade europeia, não avançaram muito, devido à repressão da Igreja Católica a qualquer estudo que colocasse em risco a sua doutrina religiosa.”

Devido às conversas que temos em casa sobre questões históricas relacionadas à Igreja, ele respondeu na prova que a afirmativa estava errada. Lembrou-se de como eu lhe comentava sobre a verdade do incidente com Galileo Galilei, ou de como eu lhe mencionara o excelente livro “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”, de Thomas Woods, ou mesmo a importância da reta razão na compreensão da fé, como ressaltado já por sábios como São Justino, do século II, pelos Padres Alexandrinos do século II e III, por homens como Santo Agostinho (século IV), Boécio (século V), Alcuíno (séc. VIII), Abelardo (séc. XII), Santo Anselmo Séc. XIII), para não mencionar Erasmo e Thomas Hume (séc. XVI), todos numa impressionante defesa da razão humana, reiterada em diversos concílios como o IV de Latrão (1215) e os Concílios Vaticano I (1870) e Vaticano II (1965), além da encíclica “Fides et Ratio”, de João Paulo II, a cujo respeito eu também eventualmente comentava com ele.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ONU se envolve com teologia para promover o aborto

O Fundo de População da ONU (UNFPA) está mergulhando de cabeça na teologia, exegese e práticas espirituais num novo manual sobre religiões, sexualidade e questões reprodutivas para diplomatas e funcionários da ONU.

“Estamos aqui!” disse Azza Karam, do Fundo de População, a 40 líderes de religiões e organizações religiosas na sede da ONU na semana passada. Há “muitos cantos de iluminação,” disse ela, embora lamentasse uma “oposição conservadora muito organizada.”


Karam, uma cientista política educada na Holanda, apresentou um esboço do manual que está atualmente sendo preparado pela agência da ONU. O propósito do manual é apresentar as posturas das grandes religiões sobre o aborto e a contracepção junto com assuntos não polêmicos que se enquadram na definição de saúde sexual e reprodutiva como acabar com casamento com meninas e casamentos forçados e com a mutilação genital feminina.

“Não foi feito para uma audiência religiosa,” mas para delegados e funcionários da ONU que discutem essas questões em negociações intergovernamentais, disse ela.