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domingo, 14 de dezembro de 2014

O regime comunista matou mais de 100 milhões de pessoas no mundo

Para documentar a história sangrenta do comunismo, com o objetivo de honrar as mais de 100 milhões de vítimas dessa tirania e educar as gerações futuras sobre o passado, foi desenvolvido o website Global Museum on Communism (Museu Global do Comunismo, em inglês, disponível no endereço globalmuseumoncommunism.org).

Na página, que é um portal de pesquisa e documentação histórica bastante respeitável, é possível encontrar seções como o "Hall da Infâmia", onde estão as biografias de grandes líderes comunistas como Lenin, Stálin, Mao Tse-Tung (Mao Zedong), Ho Chi Minh, Pol Pot, Fidel Castro, - todos ditadores sanguinários e conhecidos pelo terror imposto aos povos das nações que governaram.

Soldados marcham em desfile na China pelos 60 anos do regime comunista naquele país
Encontramos também as histórias de bravos homens e mulheres que sofreram como prisioneiros políticos em nações de regimes comunistas, por ousarem levantar a bandeira da liberdade.

De acordo com os cálculos de diversas organizações, o número de mortos pelos regimes comunistas em todo o mundo, até hoje, chega a mais de 100 milhões(!). A China lidera o ranking, com o número de mortes estimado em 65 milhões de pessoas. Em seguida, aparecem a União Soviética, com 20 milhões; o Camboja, com 2 milhões; a Coreia do Norte, com 2 milhões; países africanos, que somam 1,7 milhão; o Afeganistão, com 1,5 milhão; países comunistas do leste europeu, com 1 milhão; Vietnã, com 1 milhão; a nossa América Latina, com 150 mil, entre outros.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Política, um dever do católico


O Papa Francisco recordou um ensinamento grave da Igreja acerca da participação dos leigos na política. Respondendo à pergunta de um jovem, o Santo Padre afirmou que "temos que nos envolver na política, porque ela é uma das formas mais altas de caridade". Questionou ainda as razões pelas quais ela está "suja": "está suja por quê? Por que os cristãos não se envolveram nela com espírito evangélico?". Para o Pontífice, o fiel não pode se fazer de Pilatos e lavar as mãos. "É fácil colocar a culpa nos outros, mas e eu, o que faço?", perguntou Francisco ao grupo de estudantes do Colégio Jesuíta da Itália, durante um encontro na última sexta-feira, 7 de junho [de 2013], no Vaticano.

O alerta vem em boa hora, sobretudo quando se vê a aprovação de leis cada vez mais iníquas em países de longa tradição católica. Essa derrocada dos princípios cristãos deve-se, entre outras coisas, à negligência dos leigos e pastores e ao relativismo de muitos políticos que se dizem cristãos, mas na prática, professam outras doutrinas. Embora se tente dizer que é vedado à Igreja opinar sobre questões ligadas ao Estado, o Papa Bento XVI, por ocasião das eleições de 2010, lembrou aos bispos brasileiros que "quando os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas".

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Eleições 2014: 99,5 milhões de brasileiros não votaram em Dilma no primeiro turno


Parei para analisar os votos do primeiro turno das eleições 2014, levando em conta o número total do eleitorado brasileiro segundo os dados oficiais do TSE, divulgado em: divulga.tse.jus.br/oficial. Veja como ficou:


A verdade é que Dilma Rousseff teve um grande número de rejeições no primeiro turno. Levando em conta os votos brancos, nulos, abstenções e os votos para outros candidatos, 99.553.690 pessoas - quase a metade da população brasileira e que corresponde a 69,67% do eleitorado total - se recusaram a votar no primeiro turno pela reeleição da presidente.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Brasileiros podem ajudar a conferir os votos das eleições 2014

O Você Fiscal (http://www.vocefiscal.org) é um projeto de Diego Aranha— professor e pesquisador da Unicamp em segurança digital e votação eletrônica — e Helder Ribeiro, que coloca na mão de todo cidadão e cidadã o poder de fiscalizar e dar transparência às eleições em 2014.

Tocado e financiado coletivamente pela sociedade civil, sem fins lucrativos e sem vinculação a nenhum partido, grupo ou empresa, trata-se de motivar os eleitores a se tornarem um "fiscal cidadão", "adotando" uma zona na qual se comprometem a fiscalizar pelo menos um Boletim de Urna (B.U.) nela. O objetivo, portanto, é levar transparência eleitoral a todos os cantos do Brasil. 

Não precisa ser a zona eleitoral que consta no próprio título de eleitor. Caso a pessoa esteja longe da sua cidade, nada impede que contribua com a transparência eleitoral fotografando BUs onde estiver. 

O que é um Boletim de Urna (BU)?

O BU é o “saldo” que toda urna imprime no final da votação com o total de votos para cada candidato naquele aparelho.

Acabou a votação (17h), o Boletim de Urna deve ser afixado em local público (ex.: a porta da seção eleitoral). 

Com ou sem o aplicativo do Você Fiscal, o eleitor tira foto do Boletim de Urna e envia para a equipe do Você Fiscal.

Comparando os BUs enviados pelos eleitores com os publicados oficialmente pelo TSE, será possível detectar caso haja erro na transmissão dos dados ou fraude no trajeto da urna após a votação.

Com muitos BUs, é possível também estimar por amostragem um resultado independente e compará-lo com o oficial do TSE, sendo assim possível detectar erros ou fraudes no software que centraliza e soma os votos de todo o país. Quanto mais gente, mais preciso o resultado independente!

É mesmo possível tirar foto do boletim de Urna? Não é proibido?

Não é proibido. Pelo contrário, é obrigatório que o Boletim de Urna seja afixado em local publicamente visível, conforme determina o artigo 82 da resolução 23399 de 2013 do TSE. É uma boa ideia levar uma foto de celular ou uma cópia impressa deste artigo, só para garantir.

Para entender melhor o projeto veja o vídeo explicativo: 


Fontes: Zenit e Você Fiscal

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Eleições 2014: em defesa da vida ou a favor do aborto?


(Texto aprovado na reunião da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 – CNBB, em 23/08/2014)
Em janeiro de 2014, o papa Francisco, ao dirigir-se ao corpo diplomático sediado no Vaticano, declarou que «causa horror só o pensar que haja crianças que não poderão jamais ver a luz, vítimas do aborto», pecado que o santo padre qualificou de manifestação da «cultura do descarte» contemporânea e «negação da dignidade humana»
A dignidade inviolável da vida humana inocente, em todas as suas fases, não é apenas um princípio do Evangelho como também um fundamento para a construção de uma sociedade que promova efetivamente a dignidade da pessoa humana. É com esse pensamento, e com o propósito de atender aos apelos do papa Francisco, como também dos papas anteriores, Bento XVI e S. João Paulo II, que a Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB vem a público, neste período de eleições, propor uma reflexão sobre esse assunto de vital importância, sem medo de exercer igualmente o papel profético da denúncia, convencida de que calar-se sobre este ponto equivaleria a omitir-se gravemente no cumprimento de sua missão.
Infelizmente, ao se fazer um balanço sobre a atuação do atual governo na questão da defesa da vida, os resultados obtidos foram indiscutivelmente sombrios. Neste período de governo, podemos assinalar os seguintes fatos:

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Posso votar no PT? (uma questão moral)

1. Existe algum partido da Igreja Católica?

A Igreja, justamente por ser católica, isto é, universal, não pode estar confinada a um partido político. Ela “não se confunde de modo algum com a comunidade política”[1] e admite que os cidadãos tenham “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal”[2].

2. Então os fiéis católicos podem-se filiar a qualquer partido?

Não. Há partidos que abusam da pluralidade de opinião para defender atentados contra a lei moral, como o aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo. “Faz parte da missão da Igreja emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas”[3].


3. O Partido dos Trabalhadores (PT) defende algum atentado contra a lei moral?

Sim. No 3º Congresso do PT, ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”[4].

4. Todo político filiado ao PT é obrigado a acatar essa resolução?

Sim. Para ser candidato pelo PT é obrigatória a assinatura do Compromisso do Candidato Petista, que “indicará que o candidato está previamente de acordo com as normas e resoluções do Partido, em relação tanto à campanha como ao exercício do mandato” (Estatuto do PT, art. 128, §1º[5]).

sábado, 27 de setembro de 2014

Católico socialista é igual a judeu nazista


Alguém já viu algum judeu nazista? Eu, nunca, e creio que tal bizarrice jamais existiu ou existirá. Mas há um tipo de criatura similar, em termos de absurdo filosófico e moral: o católico que se diz socialista, ou que ajuda a colocar no poder políticos declaradamente marxistas. Esse tipo, infelizmente, existe aos montes!

Enquanto Hitler matou mais de seis milhões de judeus, os grandes líderes comunistas foram responsáveis pelo genocídio de cerca de 100 MILHÕES de pessoas. Estes números foram divulgados em 1997 por “O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão”, uma obra realizada em conjunto por professores e pesquisadores europeus. Se bem que dois dos autores do livro (Nicholas Werth e Jean-Louis Margolin) discordam deste total de 100 milhões de mortos… O número de vidas ceifadas pelos regimes do martelo e da foice estaria entre 65 e 93 milhões. Ah, tá, assim fica bem melhor.

A crueldade, a mentira e a violência do socialismo estão na sua raiz. Por isso, seus líderes sabem que não obterão o apoio popular se, antes, não desumanizarem as pessoas. E a melhor forma de fazer isso é afastá-las de Deus, é afastá-las, em especial, da caridade cristã. Isso fica mais do que evidente nas afirmações abaixo: